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14 dezembro 2013

>Autoridades tenta enganar com segurança publica meia-boca

Tem se falado muito em segurança e Campinas e sua região não foge a regra. Os crimes estão pipocando por todas as regiões, periferia ou não.  Segundo consta, hoje a cidade tem menos policiais do que há vinte anos.  A cidade foi palco de vários crimes que chamou a atenção do Brasil, e um deles foi a morte do prefeito Antonio da Costa Santos, o (Toninho) ocorrido em 11 de setembro de 2001, justamente no dia que ocorreu o maior ataque terrorista da história americana.

O crime de morte do prefeito até hoje não foi esclarecido totalmente. A família já recorreu todas as instancias e não conseguiu convencer as autoridades de Brasília que o crime tem motivação política.  Enquanto isso as autoridades locais colocou a culpa na quadrilha de Wanderson Nilton de Paula Lima, (o Andinho).

Falando em segurança pública, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou e vem anunciando que irá criar, ou melhor, criou a Segunda Delegacia Seccional na cidade.  Foi inclusive motivo de propaganda eleitoral do partido na televisão. Só que para criar a referida delegacia serão desativados vários distritos policiais nas periferias da cidade, o interessante que só os bairros periféricos foram atingidos com a medida. O 3º DP que fica no bairro Chapadão, região nobre da cidade não foi incluído na lista dos desativados qual será o critério e a explicação para isso.

A nova sede da seccional aqui vai ficar a 7, 9 km do DP que atende moradores do Ouro Verde. Delegacia integrará quatro distritos policiais que serão fechados em Campinas, o prédio está alugado para o Estado por um período de três anos.

"Fora das regiões do Campo Grande  e Ouro Verde – as principais da sua área de cobertura -, o prédio que sediará a Segunda Delegacia Seccional de Campinas (SP), no jardim Londres, ficará a 7,9 quilômetros do 9º Distrito Policial, delegacia que atualmente atende a estas regiões. O 9º DP é um dos quatro distritos que serão desativados e integrados à nova unidade.

A escolha também causará reflexos para quem usa transporte público. Em relação ao Terminal Ouro Verde, que recebe pelos menos 65 mil usuários, o 9° DP está localizado a 650 metros. A nova seccional ficará a 7,4 quilômetros da estação.

A maior distancia, de 11,2 quilômetros, será entre a seccional e o 8º DP, na Vila Padre Anchieta. Moradores que até então recorre ao 6º DP terão de andar no mínimo 4,3 quilômetros, enquanto o prédio do 11° DP, no Jardim Ipaussurama, está a 2 quilômetros da nova unidade de segurança". Se a bandidagem já dava as cartas em alguns lugares imagina quando a transferências dos distritos policiais se consolidarem. O governador Geraldo Alckmin (PSDB), acha que está fazendo uma grande coisa e, o pior, o prefeito Jonas Donizete, (PSB), também acha. 

Só a população não vê assim. Na verdade o povo dessa cidade está sendo enganado. Melhorar a segurança da cidade, o ideal seria criar a nova seccional, equipa-la com toda infraestrutura e claro, não fechando os distritos citados para criar a mesma, isto sim, seria tratar a segurança pública com seriedade e não brincar de faz de conta.

(a) J Araújo

07 dezembro 2013

>Seminário na Unicamp discute segurança interna do campus

A segurança interna na (Unicamp), Universidade Estadual de Campinas foi discutida na ultima quinta-feira (05), onde se sentara à mesa de negociação, a direção da universidade, o (DCE), Diretório Central dos Estudantes, o (STU) Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp,  e representantes da Policia Militar. Diante da presença desses últimos, os estudantes espalharam cartazes como forma de protesto, em um deles estava escrito: “Não estamos seguros ao lado da PM”.  

Desde o mês de setembro ultimo existe um clima de tensão dentro do campus da universidade, isso ocorreu com a morte do estudante de engenharia Denis Papa Casagrande, de 21 anos, assassinado a facadas, por uns grupos integrantes do movimento punk que não estudava na universidade.

Depois do crime, por determinação do governador do Estado, a Polícia Militar passou a fazer rondas com mais frequência dentro do Campus, o que gerou uma grande insatisfação por parte de um grupo de radicais que invadiram a reitoria exigindo a saída imediata dos policiais. No caso dos indiciados pelo crime do estudante em uma festa “clandestina” nas dependências do campus, são eles: o casal de namorados, Anderson Marcelino Mamede e Maria Tereza Pelegrino, ambos de 20 anos, - essa assumiu ter desferidos os golpes -  Andre Motta, de 22, e dois menores, de 15 e 16 anos.

Na visão deles, pelo repudio à polícia, talvez quisesse a presença do “chefe da boca de fumo”, só pode ser isso! A participação da policia nos debates foi vista pelos estudantes como um afronta.  Paulo Gouveia, diretor do STU, chegou a afirmar que a Unicamp deu um “passo atrás” ao chamar a PM para participar dos debates, talvez esse diretor preferisse que fosse chamada aquela organização criminosa que age dentro e fora dos presídios e penitenciarias paulistas.

É de se estranhar, já disse e volto a repetir, enquanto a população acuada e com medo cobra segurança os estudantes da USP e Unicamp dispensa a presença da policia.  Mas, quando esses mesmos que são contra, quando são vitimas da própria criminalidade dentro de qualquer uma dessas universidades clama por segurança e reclama da ausência  da mesma. Nesse caso deveria recorrer a outros órgãos e não a segurança pública. Os estudantes tem medo de que afinal?

(a)  J Araújo 

09 fevereiro 2013

>Preso reclama de operadora de celular


Todo mundo algum dia já reclamou de alguma coisa.  O povo brasileiro então nem se fala, tem motivo de sobra para reclamar.  Caso sejam dependentes do SUS (Sistema Único de Saúde), então, as filas nos Centros de Saúde e hospitais está pela hora da morte, literalmente falando. 

Se você quiser um melhor atendimento, mesmo você pagando a previdência, vai ter de associar-se a um plano de saúde.  Que só vai te aceitar se você provar que está bem de saúde. Prova que não precisa aí você será aceito. O sistema financeiro, bancos e administradoras de cartões de credito te furam os olhos cobrando juros exorbitantes.  

Se você tiver um carro, além do preço absurdo você tem de pagar um monte de taxas, taxa de licenciamento, IPVA, Seguro Obrigatório, veja bem o nome, obrigatório.  Ah, ta pensando que acabou né! De jeito nenhum, se você quiser ficar mais ou menos despreocupado tem de procurar uma seguradora e fazer uma apólice, se acontecer um acidente e precisar acionar o seguro vai ter que pagar a franquia, e não paga pra vê!

Você pensa que acabou. Non, non, aí você resolve pegar a estrada e viajar, vai ter de desembolsar o dinheiro dos pedágios. Se você parar na rua vai ter que desembolsar o cartão da zona azul, (na minha cidade é assim) se não colocar é multado. E tem mais,

03 novembro 2012

> SP Aceita ajuda federal contra a violência

Arquivo pessoal
significa o escuro em vivemos
Noticias dão conta que 89 policiais, a maioria militares, foram mortos no estado de São Paulo desde o inicio do ano, em uma guerra não declarada por uma facção criminosa que agem dentro e fora dos presídios e penitenciarias paulista, com ramificações até em outros estados da federação. Apesar de saber e conhecer o problema as autoridades responsáveis pela segurança pública no Estado não assume o que está ocorrendo e sempre sai pela tangente quando interpelados.

Enquanto isso os policiais, principalmente, militares estão sendo caçados e mortos numa total inversão de valores.  Antigamente era os policiais que saiam nas ruas à procura dos bandidos, (fiz muito isso, fui da área por dez anos, porém naquela época anos 70/80, éramos respeitados) hoje é o contrario, os bandidos saem em bando a procuram de policiais, não para prendê-los, mas sim para executa-los a sangue frio.

Mesmo assim o comandante atual da policia militar paulista coronel Roberval Ferreira França, disse que a situação está sobre controle e considera desnecessária a ajuda proposta pelo governo federal.  “O Estado tem hoje 100 mil policiais militares, 30 mil policiais civis. Nós somos o maior contingente policial da América Latina”. Pode até ser como disse o coronel, porém o que se vê não é isso nas ruas através do policiamento preventivo e menos ainda nas delegacias, onde o cidadão para registrar um boletim de ocorrência fica horas a fio a espera de atendimento.

A maioria dos crimes não é investigada como deveriam, a não serem aqueles que têm repercução nacional ou envolve pessoas importante da sociedade ou autoridades, aí sim, a resposta e resolução, às vezes, vem em questão de horas. Mas isso não ocorre com os demais crimes que assola o estado e penaliza a população de bem. Há muito a maior parte da população perdeu a confiança que tinha nas forças policiais.

Enquanto o governo federal acenava com a possibilidade de ajuda para conter a onda de violência o Secretario de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, dizia ele durante a semana que não aceitava demagogia na área e discutiu com a secretaria nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Ontem o mesmo mudou de opinião e disse: “Aceitamos de bom grado a ajuda”. Como podemos perceber infelizmente os governantes colocam suas aspirações políticas acima do bem estar da população que clama por segurança e justiça que lhes é de direito por lei e dever do estado de proporcionar isso aos mesmos através dos altos impostos recolhidos.

 Esperamos que o governador do estado, Geraldo Alkimin, deixe de lado sua fala de que tudo está sobre controle e aceite a ajuda que o governo federal está oferecendo e se preciso for troque os secretários de seu governo contrário à ideia para o bem do povo paulista que veio e vem de todas as partes do Brasil e do mundo para fazer desse estado o mais ricos da federação, mas que está devendo sua contrapartida em segurança pública de qualidade.

J Araújo

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