23 julho 2011

>O medo causado pela inteligência

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes política.

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse em tom paternal:
"Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na casa. Isso é imperdoável!
Devia ter começado um pouco
mais na sombra

Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado uns trinta inimigos. O talento assusta".

Ali estava uma das melhores lições do abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se iniciativa n’uma carreira difícil.

Isso na Inglaterra.
Imaginem aqui, no Brasil

Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:
"Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência".


A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência.

Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder

Mas, é preciso considerar que esses medíocres ladinos oportunistas e ambiciosos têm o habito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não consegue passar

Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis as legiões dos lúcidos

Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do “Elogio da Loucura”, de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precise fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até n’uma conversa social.

Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicotam, automaticamente, a entrada de uma jovem mulher bonita n seu circulo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras, a simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar

Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas...

Enfim, na medida em que admira a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres repudiam para se defender

É um paradoxo angustiante!
Infelizmente, temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência n’uma espécie de desvantagem perante a vida

Como é sábio o conselho de Nelson Rodrigues
"Finge-te de idiota, e terás o céu e a terra".

O problema é que os inteligentes gostam de brilhar! Que Deus os protejam, então, dos medíocres!...

Desconheço o autor

16 julho 2011

>Os podres do poder

O povo está sempre reclamando de alguma coisa, principalmente dos políticos. Mas será que está certo ficar reclamando? Em minha opinião,  não! Porque foi esse mesmo povo que está reclama, votou e, nada faz para mudar. O poder emana do povo. E aquele ditado que diz “cada povo tem o governo que merece”  não é verdade,  -  desde que haja a liberdade de escolha  -  cada povo tem o governo que escolhe. Parece até piada, mas não acertamos uma. Na TV, nos jornais e revistas não se fala de outra coisa com tanta ênfase. Os  desvios de verbas, superfaturamento em obras públicas, tudo que é tipo de falcatruas.  A corrupção, infelizmente,  já faz parte da cultura do povo brasileiro. É um escândalo atrás do outro, que sempre vem ao conhecimento público graças ao trabalho da imprensa que através de um trabalho serio acaba descobrindo os podres do poder. Por isso devemos valorizar a liberdade de expressão e usar esse meio, não para denegrir as pessoas, mas sim para denunciar as mazelas desse país.

11 julho 2011

>Direito de resposta

No vai e vem dos escândalos, resposta do Sr. Luiz Castrillon de Aquino, ex-Presisidente da SANASA, ao prefeito de Campinas - SP,  Helio de Oliveira Santos (PDT).

"Ao ler o Correio do dia 14/6/2011, na página A2, deparei-me com dois artigos realmente interessantes. “Cinismo”, do Manuel Carlos, e “A mascara da infâmia”, do senhor prefeito. Parabéns ao senhor Manoel Carlos pela contextualização apresentada; quanto ao artigo do senhor prefeito, faço os comentários a seguir, malgrado tenha até agora me imposto o silêncio, limitando a minha fala, como convém, aos autos do processo, sem alarido.

Inicialmente quero pedir desculpas para a população campineira. Cometi, sim, atitudes equivocadas, porém, optei por corrigir meus atos e trilhar novamente por caminhos corretos, dignos e verdadeiros. O pecado, senhor prefeito, não se torna pecado somente quando é descoberto, mas quando praticado. Assumo meus erros e vou responder por eles.

Tive a coragem de assumir o que fiz, de não me esconder da população e da Justiça. Solitariamente, após muito refletir, de maneira espontânea e serena, procurei o Ministério Público - não os inquisidores como o prefeito denomina os representantes do Ministério Público - e relatei ou delatei, como queiram, todo o processo instalado na Sanasa do qual participei. Se fui o único a cometer tais atos, resta explicável que todas as empresas envolvidas tenham continuado e que muitas ainda continuem até hoje prestando serviços na Sanasa.

Ora, senhor prefeito, conhecendo todas as empresas e as situações em 2008, e o senhor sabia, como relatou o próprio vice-prefeito, não só eu teria sido desligado da Sanasa, mas também todas as empresas envolvidas, houvesse o mínimo de decência na Administração.

Se falarmos de biografia, senhor prefeito, as nossas são parecidas. Excelentes alunos nos 1º e 2º graus, freqüentamos a mesma Universidade, fizemos sucesso nas nossas profissões e nos perdemos na administração pública, portanto, deixemos de lado o cinismo ao falar de biografias.

Quando o senhor falou de falta de caráter, René Le Senne deve ter ficado furioso, pois caráter refere-se ao conjunto de disposições congênitas que o individuo possui desde seu nascimento e compõe, assim, o esqueleto mental do individuo.

Talvez o senhor devesse dizer mau-caráter, aquele que não tem misericórdia e nem compaixão de ninguém, pessoa egoísta e mesquinha, que só olha para o seu próprio umbigo e pensa no seu bolso. Sinceramente, esse figurino lhe cai muito melhor do que em mim. Como pensar em meu próprio bolso?

Lembra-se, senhor prefeito, que em novembro de 1997, quando estávamos no Giovanetti da Rua Thomas Alves, o senhor pediu-me ajuda financeira? Naquela época, o senhor não tinha cargo político e, assim, durante o ano de 1998, ajudei-lhe a manter sua família, para que o senhor só se dedicasse à política.

Lembra-se, senhor prefeito, o quanto eu lhe ajudei durante sua primeira campanha para deputado federal, em 1998, ou já se esqueceu?

Lembra-se, que após a sua vitória à Câmara Federal, você vivia dizendo como era difícil movimentar-se em Brasília sem automóvel? Lembra-se quem lhe deu um Ômega escuro para essa finalidade? Sempre estive ao seu lado, Dr. Hélio, até por admiração. Mas tudo tem limites. O senhor sabe muito bem que não menti ao Ministério Público sequer numa vírgula.

O grande ato de luxúria não foi cometido por mim, mas por você, ao vender a própria alma ao diabo para se eleger prefeito no primeiro mandato. Pagar essa dívida até hoje tem sido difícil. Lembra-se das incontáveis reuniões com os “credores” realizadas em hotéis na cidade de São Paulo até altas horas da noite? Desde antes do primeiro dia do seu primeiro mandato de prefeito municipal de Campinas, você já começava a pagar essa dívida, nomeando pessoas desqualificadas para o alto escalão, que Campinas não conhecia e que não conheciam Campinas. Já se esqueceu? Acho que não, o senhor tem boa memória!

Discordo também quando você diz que não tenho credibilidade para fazer acusações. Não fiz acusações, mas reconheci meus atos, tal como se deram e vou responder por eles, como já disse. Aliás, o senhor falando de credibilidade?

Não posso acreditar que tenha se esquecido de tudo o que se passou em sua Administração, no entanto, a julgar-se pelos “pequenos” esquecimentos relativos a propriedades de empresas e de imóveis não declarados, fica fácil perceber como o senhor busca deliberadamente esquecer-se celeremente das coisas, quando lhe convém. O senhor tem saído atualmente nas ruas? Será que a população campineira realmente ainda acredita na sua credibilidade? O senhor desceria a 13 de Maio hoje sem escolta?

Como escreveu Saramago, em a Jangada de Pedra, “a verdade está sempre à nossa espera, chega o dia em que não podemos fugir-lhe”.

Seria mais útil que o senhor, ao invés de atacar-me pela imprensa, de forma rasteira, própria dos viperinos, direcionasse todas as suas energias para tentar explicar-se para a população de Campinas. Mas isso o senhor não faz.

Quanto a mim, posso dizer que hoje durmo em paz comigo mesmo, não tenho nada a esconder da minha família, dos amigos e da população. Sei onde está minha ex-mulher e mãe dos meus filhos, e durmo todas as noites.

08 julho 2011

>Campinas - SP, Os escândalos que vieram a tona


Somente para ilustrar artigo publicado pelo prefeito municipal de Campinas - SP,  sobre as acusações que envolve alguns de seus secretários e, pricipalmente, sua esposa que era chefe de gabinete.

Dr. Helio (14/06/2011)
Em 1487, dois monges dominicanos alemães, Jacob Sprenger e Heinrich Institoris publicam o “Malleus Malleficarum”, um guia de caças às bruxas. Nele, aprendia-se a identificar as bruxas e os feiticeiros que seriam, posteriormente, queimados na fogueira da Inquisição. A mulher que acariciasse um gato preto era uma bruxa em potencial. Acusações absurdas e infundadas, como ter visto alguém carregar água na peneira, ou ter feito um boi voar, era praticamente uma sentença de morte para o acusado. 

Aqueles que conseguiam escapar da fogueira eram punidos com a máscara da infâmia, um instrumento de tortura, feito de ferro, que expunha a vítima a dores no corpo e na alma. Não sei ao certo se seria melhor morrer queimado ou carregar pelo resto da vida a humilhação e a vergonha de ostentar na face a marca da injustiça.
 
Hoje, sei perfeitamente como se sentiram milhares de vítimas inocentes que perderam a vida no período da Inquisição. Para conseguir a indulgência, o criminoso Luiz Aquino, ex-presidente da Sanasa, faz um acordo com os inquisidores do Gaeco para livrar sua pele, em troca de mercadoria mais valiosa: a honra e a credibilidade conquistada em dois mandatos como prefeito de Campinas. 

Todo esse processo remete à Idade Média. Um homem desqualificado, flagrado com provas materiais e gravações que mostram o envolvimento dele e seus comparsas num esquema de desvio de dinheiro da Sanasa, de repente sai das instalações do Gaeco “canonizado” e beneficiado por uma surpreendente delação premiada.
O personagem que, esse sim, sabe de fato fazer boi voar e carregar água na peneira, agora é merecedor de deferências na mídia como o “homem que explodiu o esquema de corrupção na Sanasa”. É impressionante a inversão de valores nesse processo de linchamento moral a que estou sendo submetido. Os inquisidores nunca estiveram interessados na verdade sobre esse caso. O objeto da ira e do ódio dessa gente é a gestão de uma das mais importantes e estratégicas cidades do estado de São Paulo. 

Luiz Aquino não tem credibilidade para fazer acusações à minha mulher ou a quem quer que seja. A dra. Rosely já havia pedido a exoneração desse sujeito em 2008, quando já surgiam os primeiros indícios de irregularidades na sua gestão à frente da Sanasa. A mim, custava crer que uma pessoa, que conheço desde a infância, pudesse cometer esse tipo de traição. Quando garoto, nunca me roubou uma bola de gude. Nas adolescência, nunca me roubou uma namorada. Agora, adulto, fez despertar sua falta de caráter e o seu instinto criminoso. 

Não entro no mérito de suas decisões de vida, como a separação da esposa para mergulhar num mundo de mulheres e bebidas. Essa vida de luxúria envolve altos gastos e, talvez por isso, tenha seguido o caminho da corrupção para obter recursos para satisfazer seus pequenos prazeres mundanos.

O que não admito é um homem que não soube construir uma biografia decente, atacar a família que constituí há mais de 40 anos. Sei que tudo isso vai passar. Não é possível que, em pleno século 21, práticas da Idade Média possam destruir a vida de pessoas inocentes.

A Justiça é sábia e soberana. O direito de defesa é constitucionalmente garantido a qualquer um. Menos em regimes de exceção, como as ditaduras mais ferozes. Que as ações policialescas que atingem minha família não se tornem prática comum no Brasil. Pois se ocorrer, todos nós estaremos sujeitos a usar a máscara da infâmia. 

Fonte: Correio Popular

26 junho 2011

>Liberdade de expressão


No dia 15/06/2011, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido de liberação da famosa "Marcha da Maconha", que era proibida pelas autoridades, em todo Brasil, onde tentaram realizar a dita cuja. Segundo os ministros da Suprema Corte não se pode proibir a liberdade de expressão de um povo. A partir de agora está liberado participar da marcha que muitos defendem. Vai ser o maior fumacê nos dias dessas marchas. Quem deve está feliz da vida é os traficantes. Mas isso é outra história. Partindo desse principio, entendemos cada vez menos o emaranhado de nossas leis que deixam margem para todo tipo de interpretação. Quantas vezes os próprios juristas, desembargadores, advogados passam a divergir das leis existentes.

Em um país em que é exigido tanto do Judiciário para resolver – a palavra certa não é nem resolver, na verdade é decidir – todos os tipos de questões. Era de se esperar um poder ágil, que desse uma resposta rápida, e coesa quando exigida. Mas, não é isso que acontece. Como a mesma lei pode ter varias interpretações? Basta prestarmos atenção no que acontece... De manhã o juiz ou desembargador (A) expede um mandado de prisão, a polícia vai e cumpre, no outro dia ou até no mesmo dia um juiz ou desembargador (B) manda revogar tal prisão não concordando com a atitude do próprio colega de profissão. Qual dos dois está certo?

Nesse meio termo a população acredita cada vez menos na justiça que é representada por uma estatua com os olhos vendados, (cega), mas aqueles que esperamos que pudessem aplicar as leis enxergam muito bem. Pensando bem, não podemos mesmo esperar quase nada da Justiça dos homens, até porque nosso Código Penal foi feito por politicos que muitas vezes não tem nenhuma moral para escrever nem Instrução Normativa quanto mais um código de leis.

O Código Penal, principalmente, deveria ser elaborado por juristas sérios escolhidos pela população com mandatos. Aprendi que as leis devem ser respeitadas. Porém grande parte do povo, assim como eu, não concorda com certas decisões por mais que ela venha da mais Alta Corte. Indignação, esta é a palavra mais ouvida quando se trata da impunidade. Do jeito que está não pode ficar. Enquanto existir no país o tal de foro privilegiado, ou imunidade, para politicos a esperança do povo é cada vez menor. Isso é o inicio da impunidade que nada mais é do que uma tapa na cara do povo.

Algumas decisões estranhas tomadas por alguns desembargadores ou juízes deixam muitas duvidas em relação a sua isenção quando mostrado o histórico dos envolvidos. A pergunta que fica é: será que teve $$$$ envolvido?

20 junho 2011

>Suicídio coletivo

google
Assim como tantos brasileiros que pagam seus impostos eu também  ando revoltado com tantas falcatruas cometidas em todos os níveis de poder. Que temos um país de gente trabalhadora e decente não temos duvida  disso, mas também devemos reconhecer que temos corruptos para  todos os bolsos. Isso não quer dizer que o Brasil é o único país do mundo onde existe corrupção ,impunidade  até pode ser.  O que é  mais revoltante em tudo isso é saber que os recursos desviados nunca voltam para os cofres públicos; na maioria das vezes o dinheiro é utilizado para contratar os melhores advogados do país. O Japão, uma das grandes potências da economia mundial serve muito bem para fazermos um comparativo e a diferença gritante entre as atitudes dos protagonistas corruptos.

Acho interessante o que ocorre naquele país quando algum político ou mesmo algum executivo da iniciativa privada é descoberto em um caso de corrupção,  a primeira atitude dele é vir a público e confessar a culpa, pedir perdão e em seguida cometer suicídio. É uma questão de hora.  Aí fiquei pensando com meus botões como seria aqui no Brasil se os políticos adotassem o mesmo padrão de comportamento dos japoneses.  Nossa! Teríamos suicídio coletivo. Já estou até imaginando como seria. Começando por Brasília, o Congresso Nacional esvaziaria da noite para o dia. As  assembléias legislativas dos estados se tornariam quase desertas e sucederiam a mesma coisa nas câmaras municipais.

Os canais de televisão entrariam com flashes ao vivo com plantões mostrando aqueles mais ousados que quer aparecer pulando dos andares da Câmara dos Deputados. O mesmo acontecendo no Senado Federal. O apresentador José Luiz Datena da TV Band, que apresenta o policialesco programa “Brasil Urgente”, não ia precisar ficar repetindo: ...me ajuda aí pó... me ajuda aí! A rede Globo de Televisão, com certeza vai, querer mostrar tudo com exclusividade no Fantástico. 

Mas voltando um pouco!  Essa onda de suicídio coletivo, principalmente dos políticos,  ia se alastrando para todos os cantos do país e seria noticia no mundo inteiro.  A manchete dos jornais seria mais ou assim:  “O numero de corruptos mortos já passa de 3.500 em todo  país. E têm mais, os honestos que permaneceram vivos aprovam em regime de urgência uma lei que não dá direito à aposentadoria nem pensão as viúvas ou familiares dos corruptos.

Tudo isso não passa de utopia em um país onde muitas vezes não basta ser honesto, temos de parecer honestos. Onde os  ideais de liberdade sempre estiveram presentes em um passado não muito distante. Que bom seria se nossos governantes  deixassem de lado suas aspirações pessoais e se dedicasse realmente na  defesa de uma sociedade justa e igualitária que os elegeu para defender seus direitos constitucionais. Infelizmente não é isso o vemos no dia a dia em varias partes do Brasil.

17 junho 2011

#Por1MundoMelhor.

Imagem/Notas&Notícias
Por um "Mundo Melhor", em primeiro lugar precisamos respeitar os outros. Com essa atitutude podemos exigir respeito.


J Araújo

Postagem em destaque

>Os vândalos e as mentiras dos nossos políticos

Uma folheada no jornal  de hoje fiquei indignado com algumas noticias. Uma delas dava conta do ataque de vândalos a dez ônibus do transp...