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Ontem, por força da profissão fui até uma maternidade, na portaria, percebi que havia duas mães com seus recém nascidos embarcando rumo a suas casas. Naquele instante em minha mente vieram várias perguntas. O que aguarda aqueles bebês a partir de agora? Como serão suas vidas? Serão felizes? Vão estudar em escolas públicas ou privadas? Esta ultima pergunta tem resposta.
Ontem, por força da profissão fui até uma maternidade, na portaria, percebi que havia duas mães com seus recém nascidos embarcando rumo a suas casas. Naquele instante em minha mente vieram várias perguntas. O que aguarda aqueles bebês a partir de agora? Como serão suas vidas? Serão felizes? Vão estudar em escolas públicas ou privadas? Esta ultima pergunta tem resposta.
Se as condições financeiras dos pais forem boas, com certeza irão para uma escola particular; estudar com bons professores, na hora de ir para uma universidade, essa com certeza, será pública. É que os estudantes de escolas públicas na maioria das vezes é de baixa renda e sendo assim tem menos chances de chegar à universidade pública; o que deveria ser ao contrário. (Fica a discussão para uma outra oportunidade).
Se resolver entrar na política serão honestos? Como sabemos a educação de uma criança depende, na maioria das vezes, da educação recebida no lar, nas escolas não tem aula sobre caráter e honestidade isso, vem de família. Via de regra sabemos que, se os familiares têm como princípio a prática do bem e da moral certamente seus filhos herdarão essas qualidade; filhos estes, que são a nossa esperança para no futuro podermos prestigiar adultos honestos que hoje são raros.
Falando em honestidade, há alguns dias, a mídia noticiou que um gari, em uma cidadezinha do interior, ao tentar sacar R$ 5, 00, em um caixa eletrônico a máquina despejou, literalmente, em suas mãos R$ 5.000. o mesmo tentou de todas as maneiras devolverem o dinheiro para o gerente que não sabia como proceder; pois, ninguém havia reclamado a falta daquela quantia, isso é honestidade... não sei o desfecho do caso.
Se optar por ser jogador de futebol, em que time vai jogar? Não importa também em qual. O certo é que vai querer chegar até a Seleção Brasileira de Futebol que é o sonho de todo jogador. Mas hoje o que vale mesmo é ser dissimulado. Não existe mais aquele amor pela carreira de jogador como prática esportiva, antes era diferente. Hoje o jogador está beijando o escudo de um time, na outra temporada pode estar declarando amor total ao seu rival; o que importa mesmo é a compensação financeira. São verdadeiros mercenários. Os políticos antigamente, também, não eram remunerados. Os serviços prestados era voluntários pelo puro prazer de servir ao povo.
Mas antes disso, vai ter que ralar muito para chegar ao time do Real Madri, que é o sonho de todo jogador do mundo. Será que serão empregados ou empregadores; bons ou maus? Vivendo nos grandes centros urbanos estarão mais sujeitos a violência. Como se vêem, vivemos cheios de duvidas. Como será o mundo daqui a duas décadas? Como podemos perceber a vida é uma incógnita. Nada sabemos de seu futuro; e é melhor que seja assim mesmo. Senão muitas vezes os sonhos seriam abortados antes que fossem sonhados







