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Estava pensando em uma pauta para a postagem de hoje. Mas, não era qualquer pauta! Queria falar de coisas boas, mas estava difícil, coisas boas são poucas, mas de coisas ruins o mundo está cheio e a droga é uma delas. Penso daqui, penso dali, resolvi discorrer sobre a vida das pessoas que se envolvem com a dita cuja. Tem um ditado que diz: “se penso logo existo”. Este é o principio fundamental de toda certeza racionalista.
Para chegar ao ‘penso, logo existo’, Descartes utilizou-se da dúvida radical ou hiperbólica. Eu digo, se existo logo penso. Se assim é devo escrever o que penso, e foi pensando que percebi de novo que a vida é o melhor de tudo que temos e destruir a mesma é o que muitos estão fazendo, principalmente, através das drogas. Estou dizendo isso pelos últimos acontecimentos. Tenho assistido a várias reportagens e lido outras tantas matérias que falam da destruição que as drogas fazem, sejam elas licitas ou não.
Famílias inteiras são destruídas por causa desse mal do século XX. No Brasil, e em vários países. Entre todas as drogas (ler mais) o crack é o que está matando com mais rapidez. Ele é uma mistura de cloridrato de cocaína (cocaína em pó), bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, que resulta em pequeninos grãos, fumados em cachimbos (improvisados ou não). Isso quando os traficantes na ânsia de faturar cada vez mais não mistura veneno de rato, pó de mármore e outras tantas misturas.
É mais barato que a cocaína, mas, como seu efeito dura muito pouco, acaba sendo usado em maiores quantidades, o que torna o vício muito caro, pois seu consumo passa a ser maior. Estimulante seis vezes mais potente que a cocaína, o crack provoca dependência física e leva à morte por sua ação fulminante sobre o sistema nervoso central e cardíaco.
Estou dizendo isso pelos últimos acontecimentos, tenho lido vários artigos a respeito do assunto e vi hoje em um canal de TV o desespero de uma mãe contando que seu filho está preso em uma penitenciaria por envolvimento com as drogas. Claro, não está preso pelo uso, mas sim por prática de roubo para sustentar o vício que tinha. Ao se envolver com o crack foi a gota d’água.
Diz ela: “... muitas vezes fui ameaçada por ele para lhe dar dinheiro”. Antes, o crack era considerado a droga do morro, hoje ele desceu e invadiu o asfalto provocando um efeito devastador, infelizmente está fora de controle. Na verdade os usuários, ou consumidores, como queira, estão sendo consumidos por ele. Muitos ainda acham que são felizes.