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Estava pensando em um assunto que
estivesse em evidencia nacional no momento para escrever a postagem. Mas não queria que fosse política. Não teve jeito,a cassação do Senador Demóstenes Torres, (DEM-GO), o segundo na história do país a ser cassado, o primeiro foi o ex-senador Luiz Estevão, em 28 de junho de 2000. Mas, o que nos deixam indignados é que o seu suplente, Wilder Morais, que assumiu sua vaga já entra tendo que dar satisfações, pois, o mesmo também é suspeito de envolvimento com o mesmo Carlinhos Cachoeira, que foi o motivo de cassação de seu antecessor.
Como o Congresso está em recesso, vamos ver até
onde vai. Uma das coisas mais esdrúxula que existe é a suplência que na verdade é
um ótimo negocio, porque o cara assume um cargo para o qual não teve nenhum
voto; ninguém o escolheu para ser representante. Então, deveria ser ilegal,
como não é, acho no mínimo imoral. A pergunta que fica é: quem votou em Wilder Morais? Claro que ninguém votou, não precisa, quem votou em Demóstenes teve o direito de levar Wilder de brinde.
Mudando de assunto
A outra notícia que tem deixado a
população, principalmente do estado de São Paulo, preocupada é a segurança
pública. Existe uma facção criminosa que domina os presídios e penitenciarias
paulistas há anos, que nos últimos dias tem deixado um rastro de morte de
policiais militares na capital e grande São Paulo. Só não enxergam o problema
as ditas autoridades.
Um dos grandes problemas da
segurança pública, é que não se trata dela como prioridade, misturam segurança
com política e vice-versa. Os policiais trabalham de mãos atadas com medo, não medo dos bandidos, até porque na hora
que policiais tiverem medo de bandidos não merece ser policial. É melhor pedir sua
exoneração do cargo e procurar outra ocupação.
Os problemas da segurança são
complexos, o cidadão que paga seus impostos, quer andar pelas ruas sem medo de ser vítima dos criminosos
que estão cada vez mais ousados em suas ações.
Os policiais querem ver seu trabalho reconhecido com uma remuneração
justa, afinal de contas, por isso coloca em risco a vida a todo o momento.
Enquanto os Bam-Bam-bans, vão
para os meios de comunicação fazer política com a vida daqueles que a perderam. enquanto aqueles que permanecem vivos estão no meio do fogo cruzado para
defender uma sociedade, que muitas vezes indecisa, não sabe se fica do lado do
mocinho ou do bandido. A maioria das pessoas que formam a sociedade só começa a dar valor ao trabalho
policial quando ela própria, ou alguém da família já foi vitima e teve todo o
apoio da polícia, seja ela civil ou militar.
Não devemos ser hipócritas a
ponto de pensar que todos os policiais são um poço de honestidade, assim como
em qualquer outra profissão existe os maus profissionais. Mas de uma coisa
podemos ter certeza, a corporação não compactua com esse tipo em seu meio. Só
que eu, particularmente acho que no momento que são descoberta e provada a
culpa do individuo a pena deveria ser em dobro. Somos pagos para defender a sociedade.
O que a população precisar saber
é distinguir o individuo da corporação. Não podemos generalizar de que todos são
iguais. Existe exceção e a corrupção não é uma regra em nenhuma instituição. Isso precisa ficar bem claro.
(a) J Araújo
