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Atualizado as 20:05 hs.
Louvável a preocupação da presidente Dilma Rousseff, quando falou nesta terça-feira (27), sobre o caso do senador boliviano que fugiu para o Brasil, o certo é que o caso levou a demissão do ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota, que estava à frente do Itamaraty desde 2010, inicio do governo Dilma. “O Brasil não poderia colocar em risco a vida de uma pessoa que estava sob a sua guarda”, afirmou Dilma. E emendou. “Um Estado democrático e civilizado, a primeira coisa que faz é proteger a vida sem qualquer outra consideração. Protegemos a vida e a segurança e garantimos conforto ao asilado”, criticou. “Se nada aconteceu, não é a questão. Poderia ter acontecido.”
Só que a presidente esqueceu que todos os cidadãos brasileiros merecem e precisam de mais segurança, principalmente, nas estradas brasileiras que acaba elevando o custo do transporte de cargas e quem acaba pagando a conta é o consumidor. Também é bom que se diga a maioria delas é de péssima qualidade."No inicio de julho o presidente da Bolívia, Evo Morales, foi protagonista de um episodio que provocou uma crise diplomática envolvendo vários países. Morales retornava da Rússia quando teve o seu avião proibido de sobrevoar o espaço aéreo da Itália, Espanha e Portugal, sendo obrigado a pousar na Áustria, onde foi revistado pela Policia Nacional". Nesse caso, era o ex-consultor da Cia, Edward Snowden, o alvo da caçada.
Louvável a preocupação da presidente Dilma Rousseff, quando falou nesta terça-feira (27), sobre o caso do senador boliviano que fugiu para o Brasil, o certo é que o caso levou a demissão do ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota, que estava à frente do Itamaraty desde 2010, inicio do governo Dilma. “O Brasil não poderia colocar em risco a vida de uma pessoa que estava sob a sua guarda”, afirmou Dilma. E emendou. “Um Estado democrático e civilizado, a primeira coisa que faz é proteger a vida sem qualquer outra consideração. Protegemos a vida e a segurança e garantimos conforto ao asilado”, criticou. “Se nada aconteceu, não é a questão. Poderia ter acontecido.”
Só que a presidente esqueceu que todos os cidadãos brasileiros merecem e precisam de mais segurança, principalmente, nas estradas brasileiras que acaba elevando o custo do transporte de cargas e quem acaba pagando a conta é o consumidor. Também é bom que se diga a maioria delas é de péssima qualidade."No inicio de julho o presidente da Bolívia, Evo Morales, foi protagonista de um episodio que provocou uma crise diplomática envolvendo vários países. Morales retornava da Rússia quando teve o seu avião proibido de sobrevoar o espaço aéreo da Itália, Espanha e Portugal, sendo obrigado a pousar na Áustria, onde foi revistado pela Policia Nacional". Nesse caso, era o ex-consultor da Cia, Edward Snowden, o alvo da caçada.
Porém antes, em 2011, segundo
consta o alvo do governo boliviano foi a “caça”, o alvo foi um avião da Força Aérea
Brasileira (FAB), que levava a bordo o ministro da Defesa, Celso Amorim,
retornando de Santa Cruz de La Sierra, onde cumpria agenda oficial, quando
policiais bolivianos entraram na aeronave com cães farejadores e fizeram uma
revista minuciosa. O motivo? O governo desconfiava que no avião estivesse o
senador boliviano de oposição Roger Pinto Molina, asilado na embaixada do Brasil
em La Paz, havia mais de um ano.
A informação, mantida em segredo
pelos dois países, partiu de fontes do governo brasileiro, que também
comentaram sobre uma carta emitida pelo Itamaraty à Morales, repudiando a
atitude radical do governo daquele país. A resposta foi um simples pedido de
desculpa. O ministro Celso Amorim, tinha viajado ao país para acertar as
negociações de doação de helicópteros para o combate ao narcotráfico nas
fronteiras dos países.
E foram justamente questões relacionadas
ao narcotráfico que levou o senador oposicionista Roger Pinto Molina, a pedir
silo político ao Brasil. O senador da oposição é acusado em 20 processos
judiciais movidos pelo poder público, após denunciar que funcionários do alto escalão
do governo boliviano estavam envolvidos com o narcotráfico. E tudo isso só veio
à tona agora. Não sabemos quem está certo ou errado, o que não podemos é ser
alvo de alguns governos truculentos que tentam ganhar visibilidade com ações de quebra de protocolos internacionais. E o governo Morales é um deles. Quando ocorreu o fato do seu avião
não poder sobrevoar o espaço aéreo dos países mencionados no inicio do texto, o
mesmo subiu nas tamancas.
(a) J Araújo